Ficha de Personagem - Luuk Bordeaux - Opium

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Ficha de Personagem - Luuk Bordeaux - Opium

Mensagem  Luuk Bordeaux em Qui Out 08, 2015 3:57 pm


FICHA DO PERSONAGEM, Nível Épsilon






Este é quem sou eu?'
Historia dramática, comum, ou quem sabe um pouco de terror... Posso até ser uma pessoa normal, alguém como você... Posso ser moreno, branco, negro, pálido ou até alienígena...


Frequência com que joga: – Bem alta...

Ator: Rafael Desimon
Características Físicas: Moreno, de madeixas que não recebem a visita de uma tesoura há alguns meses, de sonolentos olhos pálidos, tais quais gotas de âmbar recém colhido, e pele alva, com cicatrizes resultantes de alguns anos ruins na escola militar que geralmente se escondem sob maquiagem. Tem aproximadamente 1,78 de altura,  com IMC dentro dos padrões regulares para alguém da sua idade, casando com alguma definição muscular que ganhou nos treinamentos de campo.
Características Mentais: Luuk não é o tipo de pessoa que se enturma fácil durante interações sociais conjuntas, sendo inclusive bastante recluso e seletivo quanto às suas amizades e relacionamentos, temendo ser julgado perverso por olhos alheios, apesar de extremamente fiel a si mesmo e aos seus íntimos. É uma personalidade bastante carente por atenção e carinho, já que nunca recebeu nenhum dos dois dos seus pais, passando por conflitos emocionais ocasionalmente. É relativamente inteligente, visto que conseguiu notas satisfatórias nos exames da academia que frequentava, porém leva suas paixões e desejos muito mais a sério que as questões racionais e tende a se distrair facilmente quando os ditos assuntos são desinteressantes (e nisso, ele termina por ser visto como lezado).
Lar Atual: Fundação Amalgama
Sua Ocupação: Aluno & Bartender do Korova (turno da madrugada, 3 dias na semana)
Grupo: Esperando avaliação.
Infância: Hm... Por onde começar essa história esquisita que eu insisto em chamar de vida...? Acho que antes de chegar propriamente a minha pessoa, devo declarar que minha mãe foi sim uma humilde mulher da vida em Amsterdã, e meu pai um outro tipo de trabalhador humilde, mas com um emprego bem mais antiquado e braçal. Dentre as milhares carreiras que um ser humano pode escolher, ele seguiu como um oficial inglês, e que em certo outono teve a brilhante ideia de passar uma curta temporada na Holanda... Nem preciso dizer que depois de algumas doses de whisky, camisinhas de origem duvidosa e nove meses depois, uma surpresa, que mais tarde seria  chamada Luuk Bordeaux, veio ao mundo.
Desde cedo o universo já conspirava para que eu me tornasse uma personalidade esdrúxula e sem muitos preconceitos. Minha mãe nunca parou de trabalhar enquanto me carregava no ventre, embora tomasse mais cuidados com eventuais clientes, posições e preservativos, e acredito eu que devido a essa proximidade entre mim e os falos alheios,devo ter começado preferi-los desde então.
Nosso bairro era um antro da libertinagem em sua forma mais respeitosa, com prostíbulos formalizados, casas de shows tradicionais com suas drags famosas, pequenos cafés com seus fornecedores secretos de cannabis. Tinha um movimento incrível, muito capital envolvido é um crescente apelo ao público estrangeiro.
Meu pai, desde minha concepção, até mais ou menos meu décimo aniversário nunca havia sequer todo notícias de mim, embora visitasse casualmente a cidade em busca de prazer a preço justo com algumas das cortesãs holandesas mais experientes. O reencontro dos meus pais aconteceu por volta de uns três dias depois do meu aniversário, meio que por acaso: ele a procurava por seus dotes eróticos... Chegou a me confessar que ela era uma especialista em massagem tântrica, mas disso tenho minhas dúvidas.
Enfim... A situação não poderia ser pior: estavam os dois na sala do bordel em que ela atendia, fim de expediente, e como sempre eu a esperava num banco frente à fachada da edificação. Naquele dia eu tinha meus olhos delineados, visto que havia passado a tarde brincando com uma menina da vizinhança, qual teve uma história bem similar à minha.
Foi um choque. Papai me achou a imagem dele, como se estivesse olhando um velho álbum de fotos. E meio escandalizado com meu olhar confuso e destacado, jurou à minha mãe que me levaria dali para Inglaterra. Jurou que me criaria sozinho se fosse necessário, mas não me deixaria ser bombardeado por aquele meio depravado e subversivo.  
Essa promessa levou mais dois verões para serem cumpridos, e no fim da minha infância, os dias sofreram uma enorme reviravolta.
Adolescência: O apartamento de meu pai não era grande, aquilo era apenas o necessário para um quarentão solteiro, nem mais, nem menos. Comecei a ter aulas de inglês desde então, já que dominava apenas o francês de ensino básico e as expressões de rua da minha costumeira Amsterdã. Confesso que foi um choque de realidades, sair do lado mais carismático e mal visto da sociedade holandesa e parar na comedida e pontual realidade inglesa... Não era o caso me sentir desajustado, porém a primeira me cabia melhor.
Com um pouco de prática na língua inglesa, o papai me matriculou no que viria a ser um símbolo de repressão sexual e identitária em minha vida: a escola militar.
Durante os primeiros anos tudo era fluía tranquilamente, e apesar do grande esforço físico, das muitas ordens a serem seguidas, da repressão individual e das severas punições por desobediência, os estudos não eram problema e a relação com meu pai parecia estável.
Então, para acabar de vez com a calma que pairava sobre nós, veio a fatídica explosão de hormônios que marcava o início da puberdade — Não só da minha, mas de boa parte dos meninos que coabitavam o dormitório.
Vozes, pelos, músculos, centímetros... Tudo isso se alterava, e em questão de meses. Não éramos os mesmos, nem nossos interesses. Enquanto uns escondiam revistas pornográficas em baixo dos colchões, temendo serem descobertos, meu único interesse era nas formas dos seus corpos. As belas linhas que definiam seus peitorais, suas curvas traseiras, o caminho do paraíso durante uma troca de roupa... Por vezes escondi minha excitação em baixo de uma máscara de descaso e neguei qualquer interesse, ao menos até a noite que me descobri mutante.
Foi uma noite que apelidei carinhosamente de "Noite Branca", que aconteceu alguns meses antes do meu 17º aniversário. Houve uma semana de vigília noturna entre os recrutas da minha classe, que de algum modo resultou em um banho conjunto e em um affair de uma noite com um deles. Só percebi detinha tais poderes ao olhar bem fundo em seus olhos e mandar-lhe esquecer de tudo o que passamos, pois aos olhos do resto do mundinho que habitávamos, aquilo era um erro grave...
Fase Adulta: Passado o episódio da Noite Branca, qualquer contato com meus colegas de quarto era minuciosamente calculado, para que não caísse em uma armadilha do gênero novamente. Era fácil afastá-los, bastava uma singela ordem, um toque ou uma encarada para me privar dos riscos de ser exposto, humilhado por meu pai e pelos oficiais e sofrer com toda a intolerância de um sistema hierárquico inteiro no qual eu não pedi para ser inserido.
No entanto, em uma bela tarde eu o vi, em pé ao meu lado pela primeira vez. Era bem mais alto que eu é tinha feições estranhas, como se não fosse desse mundo. Não pertencia à academia militar, e nem parecia ter interesse nela, mas ainda assim estava lá, e não era uma presença estranha, ele mais parecia ter sido uma peça passiva, um narrador observador ciente de tudo que havia sido feito naqueles quartéis. Me atrevi a perguntar seu nome... Victor, Victor cujo sobrenome me lembrou um boneco ninja que me foi presenteado por papai assim que cheguei a Londres. Odiei o boneco sempre, mas o novo ninja me intrigou com seus passos sorrateiros, e antes que pudesse imaginar, nos tornamos confidentes e amigos. Da amizade surgiu algum afeto a mais que se confundiu com o laço fraterno, e depois disso uma cumplicidade pura, a ponto dele me ajudar a executar uma deserção da academia, rumando ao desconhecido... Quando me dei conta novamente do que havíamos nos tornado, já estávamos morando juntos em Nova York, rumando a uma tal Fundação Amalgama, devido a uns felizes descuidos em relação a nossos poderes... E se pudesse escolher um final feliz para nossa história, sem dúvidas seria esse.
Cidade Natal: Amsterdã, Holanda.
Relacionamentos Atuais:- Fenton - Melhor amigo/Namorado ; Karl Ashton - Pai (Relações cortadas) ; Jacqueline Bordeaux - Mãe (sem contato desde que foi levado).
Gostos e Preferencias:- Tem preferência por gente, comidas e culturas exóticas, quais considera mais cativantes em relação à normalidade. Ama combinar sabores, especialmente doces e picantes (sua comida favorita é pizza de peperoni com chocolate). Ama com cada fibra do corpo a arte da perfumaria, por isso mantém uma pequena coleção de perfumes, sempre ávido por novidades. Antipatiza bastante com pessoas gratuitamente histéricas, boçais e intolerantes.
Historia dos Poderes:- Mutações genéticas advindas das células germinativas de seus pais deram a Luuk a capacidade manipular os sentidos, a vontade e os estados psicológicos e fisiológicos de seus oponentes através de um tipo de indução orgânica pelas interação de funções organolépticas primárias (audição, olfato, paladar, visão e tato) e secundárias (equilíbrio, nocicepção, coceira, sensitividade térmica, percepção de acidose e alcalose no sangue) de ambos corpos.


LUUK BORDEAUX
BARTENDER. 18 ANOS


Na noite, este sou eu!
Usando disfarce, este sou eu de verdade... Não sou aquela pessoa inofensiva ou aquele ricaço boçal, aquilo sim é a minha verdadeira mascara, este sim sou eu!


Poderes, Equipamentos e Habilidades:
Sou Bilingue (inglês e francês), versado em tiro (pistolas e rifles) e luta(kickboxing). Possuo hipnose (individual e massiva), aroma atordoante (redutor em defesa). Tenho um par de pistolas com silenciadores e um rifle de assalto.




OPIUM
ALUNO. 18 ANOS.

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Re: Ficha de Personagem - Luuk Bordeaux - Opium

Mensagem  Mjölnir em Qui Out 08, 2015 5:19 pm

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